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quarta-feira, 15 de julho de 2009

7ª EXPEDIÇÃO MACATÁ OFF-ROAD.


REALIZADA NOS DIAS 11 E 12 DE JULHO DE 2009, A 7ª EDIÇÃO DA EXPEDIÇÃO PERCORREU 525KM COM SAÍDA NA CIDADE DE CONCEIÇÃO DE MACABÚ RJ CHEGANDO A CATAGUASES MG E RETORNANDO A CONCEIÇÃO DE MACABÚ.

PERCORRENDO AS TRILHAS ENTRE AS CIDADES DOS ESTADO, DO RIO DE JANEIRO E MINAS GERAIS DENTRE ELAS PODEMOS DESTACAR A ABAIXO:

PERCURSO DE IDA: Macabú -> Triunfo -> Barra dos Passos -> Macuco -> Córrego da Prata -> Porto Velho do Cunha -> Fernando Lopes -> Marinópolis -> Santo Eduardo -> Tebas -> Vargem Linda -> Cataguases.

PERCURSO DE VOLTA: Cataguases -> Leopoldina -> Providência -> Estrela Dalva -> Formiga -> Travessia da Balsa -> Boa Sorte -> Euclidelândia -> São Sebastião do Alto -> Santa Maria Madalena -> Macabú.

PARA CONHECERMOS MELHOR ESTA EXPEDIÇÃO VAMOS PUBLICAR ABAIXO O RELATO DA MESMA CONFORME O SITE DO EVENTO.

NOSSA HISTÓRIA

CONTA A LENDA QUE OS GUERREIROS DE UM GRANDE IMPÉRIO, QUANDO JÁ NÃO TINHAM MAIS GUERRAS E CONQUISTAS, A SEREM ALCANÇADAS, FAZIAM VIAGENS PARA ATIVAR SEUS MÚSCULOS, ALIVIAR AS TENSÕES, DESENFERRUJAR SUAS ARMAS E QUEIMAR SUAS ADRENALINAS COMO SE FOSSE UMA EXPEDIÇÃO, BUSCANDO VENCER OS SEUS PRÓPRIOS LIMITES, COM GARRA E EMOÇÃO.

Assim surgiu esta Expdedição off-road chamada MACATA. Um grupo de trilheiros de Macaé-RJ, que no início foram sete, partiram em direção à cidade de Conceição de Ibitipoca, perto de Juiz de Fora, no Estado de Minas Gerais. Foram três dias andando de moto pelas trilhas e estradinhas do interior, com muitas histórias para contar.

Nos anos seguintes, 2003 e 2004, a Expedição passou a ser de dois dias, partindo de Macaé-RJ em direção à cidade Cataguases-MG, com ida em um dia e a volta no dia seguinte. Nos anos de 2005, 2006 e 2007, a Expedição continuou a ser de dois dias, partindo da cidade de Conceição de Macabu-RJ em direção à cidade de Cataguases-MG. Esperamos que esta Expedição perdure por muitos anos e que sempre, na busca de adrenalina pura e emoção, nós trilheiros do grande Império da vida, possamos fazer desta Expedição, além de uma viagem em busca de emoções, uma oportunidade de confraternização, de conhecimento de novas amizades e de crescimento digno de um ser humano, tornando os verdadeiros guerreiros da vida. Com a proteção dos Deuses, assim seja e assim será.

Na primeira viagem foram 7 pilotos; na primeira Expedição em 2003 foram 13 pilotos; na segunda Expedição em 2004 foram 18 pilotos; na terceira Expedição em 2005 foram 32 pilotos; na quarta Expedição em 2006 foram 47 pilotos e na quinta Expedição em 2007 foram 57 pilotos.

Os pilotos são de várias cidades do estado do Rio de Janeiro: Macaé; Conceição de Macabu; Trajano de Morais; Santa Maria Madalena; Campos dos Goytacazes; Nova Friburgo; Rio das Ostras; Bom Jardim; Casimiro de Abreu; Niterói e outras, além dos pilotos da cidade de Cataguases-MG.

O pernoite é no sítio do Sr. Euclides, em Cataguases, onde é servido um jantar com comida mineira, com cerveja, sanfoneiro e goiabada com queijo. Os pilotos dormem na casa do sítio em seus respectivos colchonetes e a noite é uma farra. Acordamos às 5:00 horas da manhã e retornamos à Conceição de Macabu após o café da manhã reforçado.

Fonte: www.macataoffroad.com
Fotos e vídeo: www.trilheiro.com.br




terça-feira, 14 de julho de 2009

ROBBIE MADDISON SALTA PONTE SOBRE O RIO TÂMISA EM LONDRES.

Ponte da Torre foi palco do novo desafio do piloto
MotoX.com.br - Texto: Lucídio Arruda - Fotos: Michael Regan, Jörg Mitter, Laurence Griffiths, Dean Mouhtaropoulos



O inquieto australiano Robbie Maddison não para de inventar novas loucuras. Depois de quebrar o recorde mundial de salto em distância e de saltar a réplica do Arco do Triunfo em Las Vegas, Maddison decidiu saltar sobre um dos principais cartões postais do Reino Unido.

A ponte báscula foi inaugurada em 1894 e ajuda os cidadãos londrinos a cruzar o Tâmisa, maior rio da Inglaterra. Além do cenário já ter servido para alguns filmes o local também foi palco de alguns acontecimentos inusitados como em 1912 quando um pequeno avião cruzou entre as torres abaixo da passarela. Reza a lenda também que em 1952 um ônibus saltou de um lado para o outro quando a ponte começou a se levantar. O tráfego não foi fechado a tempo e o motorista não teve alternativa a não ser acelerar quando viu um lado se separando do outro.



Para o salto de Robbie Maddison, já planejado desde o início do ano o grande desafio foi a logística para montar toda a estrutura no pequeno período reservado para a manobra pelas autoridades londrinas.



Aproveitando a inclinação natural da ponte levantada foi montada uma pequena rampa metálica de freestyle para permitir o giro da motocicleta. Foram montados também pequenas estruturas de madeira para suavisar o encaixe entre o vão da ponte e a pista além de todo o equipamento de iluminação e promoção da Red Bull.

Exatamente às 2:55 da madrugada do dia 13 de julho de 2009 Robbie Maddison realizou o primeiro Backflip No Hands na mais famosa ponte de Londres. Lembrem-se que pela natureza do desafio não foi possível treinar no local e acertar um Back Flip assim de primeira não é tarefa das mais fáceis.



"A experiência foi fantástica; desde o salto de Las Vegas me interessei em fazer algo em Londres, e já há alguns meses vinha fazendo visitas à Tower Bridge em busca de um bom ângulo para saltar", revelou Maddison. "Tinha apenas alguns poucos minutos disponíveis para realizar esse salto, e felizmente deu tudo certo mais uma vez".

Maddison retorna a Londres no próximo dia 22/8, para a quinta e última etapa do Red Bull X-Fighters, o circuito mundial de motocross freestyle.



segunda-feira, 13 de julho de 2009

NOVA HONDA CRF 250 R - 2010.


Totalmente nova e com injeção eletronica, esta é a foto da nova Honda CRF 250 R, para 2010.
Vamos aguardar maiores informações sobre o modelo.

BRASILEIRO DE MOTOCROSS - 5ª ETAPA. RESULTADOS DE DOMINGO 12/07/09.



LARGADA MX2 - JEAN RAMOS #18.
Sorriso/MT foi palco de uma das melhores disputas no Campeonato Brasileiro de Motocross 2009. O catarinense João Paulino “Marronzinho“ (Pro Tork/Rinaldi/Motoshop) foi o grande vencedor da prova e o goiano Wellington Garcia (Honda/ASW/Oakley) terminou em segundo, empatando na classificação do campeonato. A tendência é que a briga seja ponto a ponto a partir da próxima etapa em Sonora/MS.

Numa prova perfeita, Marronzinho esperou as oportunidades para assumir a liderança da prova. “Agora pretendo continuar vencendo, a diferença é pouca, então vou procurar vencer o maximo que puder e tentar terminar à frente do Wellington que é o meu principal adversário no momento”, destacou o atual campeão brasileiro.

O então líder da categoria, Wellington Garcia, sabe das dificuldades que tem para se manter na liderança da MX1, já que também é líder na MX2. “O segundo lugar está de bom tamanho, o campeonato agora está empatado e, se Deus quiser, vamos lutar agora para conseguir levar o título no final do ano. Estou bem na frente na MX2 e agora é fazer uma corrida mais ‘cabeça’ em Sonora, para ter bastante gás na MX1”, explicou.

O paranaense Jean Ramos (Honda/Mobil/Pirelli), que terminou a prova mato-grossense em terceiro, fez uma grande largada e ganhou o prêmio Hole Shot. O piloto chegou a liderar boa parte da prova, mas não brigou pela posição com Wellington Garcia quando a moto do goiano apagou.

“Temos que pensar na Honda e, se ela vencer, ela está de parabéns. O trabalho na pista não é só mérito dos pilotos, mas da equipe também”, disse Ramos. Fechando o pódio da MX1, o paulista Marcello Lima, o Ratinho (Honda/Mobil/ASW), terminou em quarto e o mineiro Swian Zanoni (Honda/Mobil/CCM) finalizou a prova na quinta colocação.

MX2

Wellington Garcia conquistou a terceira vitória no ano e segue firme na busca do título de 2009. Numa prova consciente, o piloto goiano esperou o momento correto para assumir a ponta e levar mais uma vitória para casa. “Larguei em segundo, vi que o Roosevelt estava forçando muito, preferi esperar para ultrapassar e assumir a ponta”, explicou.

Jean Ramos, segundo colocado na prova e no campeonato, também ganhou o prêmio hole shot nessa categoria. ”Fiz uma boa largada e me mantive na ponta até a segunda curva. Agora vamos ter só uma semana de descanso, vamos continuar com o trabalho físico porque semana que vem será muito desgastante e vamos tentar a vitória” destacou.

O mineiro Swian Zanoni, que fez o melhor tempo na classificação e ganhou um ponto extra, terminou a prova em terceiro. O catarinense Cristopher Castro, o Pipo, (2B Racing/Mart Plus/Cons. Realizar) também fez uma boa prova e conquistou a quarta posição em cima do paulista Roosevelt Assunção, que apesar de ter liderado boa parte da prova, não manteve o ritmo até o fim.

CRF230

O goiano Carlos Maia (Moto Clube de Sorriso/Prefeitura Municipal/Brasil Racing) comemorou muito a primeira vitória na CRF230. Representando a cidade, Carlinhos, como é conhecido ressaltou o valor da conquista. “Vi que o ritmo estava forte, treinei muito durante a semana. Foi um orgulho correr para o pessoal aqui de Sorriso e com o apoio da torcida consegui levar”, valorizou o vencedor.

O piloto Anderson Alberton (Gemir/AV Tec/Dash) se destacou novamente com mais uma boa largada. O gaúcho, que possui uma deficiência em uma das mãos e que corre com o guidão adaptado, repetiu em Sorriso a boa largada de Foz do Iguaçu.

O paulista Marcos Roza de Moraes (Nova Moto/IMS/Abril Seguros) também fez mais uma prova consistente e chegou na segunda colocação. Nivaldo Viana (Sanmell/ BGR Construções/Itavi Pedras) foi o terceiro, o rondoniense Rodrigo Feier (Rondomotos/Marcel Motos) terminou em quarto e o paulista Murilo Scisci (IMS/Pro Taper/Polisport) fechou o pódio com a quinta colocação.

85cc

O goiano Everaldo Rodrigues (Honda Racing/ASW) venceu tranquilamente, quase 13s à frente do segundo colocado, o paulista Anderson do Amaral (Irrigação Borborema/Dash/Vortix). O mato-grossense da cidade de Juína, Cezar Zamboni (Honda Racing/ASW/Pirelli), representou seu estado no pódio com a terceira posição.

O paranaense Endrews Armstrong (Dunas Kids) terminou a prova no quarto lugar e assumiu a liderança do campeonato. Leonardo Lizott (Pref. Sertão/IMS/Spy MX Google) completou a prova em quinto. Correndo em casa, Thiago Formehl (Honda/Mobil/MR Pro) conseguiu o melhor tempo na classificação. Entretanto, Formehl e o sergipano Kaio Miranda (Fox/Oakley/BUD) se envolveram num pequeno choque logo após a largada.

Buscando a recuperação, ambos protagonizaram grandes ultrapassagens, mas Formehl levantou as arquibancadas a cada disputa. Contudo, o piloto sorrisense terminou a prova em sexto e Kaio em sétimo.

Ao todo mais de 17 mil pessoas estiveram presentes no Motodromo Vale do Teles Pires para acompanhar as provas, repetindo o sucesso do ano passado. A prova em Sorriso foi uma realização da Federação Mato-grossense de Motociclismo (FMMT) e do Moto Clube de Sorriso. Apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer e do poder público municipal sorrisense.

A sexta etapa de 2009 será realizada no próximo final de semana, dias 18 e 19 de julho, na cidade de Sonora, no norte do Mato Grosso do Sul. O Campeonato Brasileiro de Motocross tem o patrocínio de Honda, Mobil e Pirelli. Realização das federações locais e Supervisão da Confederação Brasileira de Motociclismo.


Resultados do domingo
MX1
Motos 2Tde 100cc até 250 cc e 4Tde 175 cc ate 450 cc.
Pilotos de 15 a 50 anos

1 João Paulino “Marronzinho” (Pro Tork/Rinaldi/Motoshop) – SC – 33:21.670
2 Wellington Garcia (Honda/ASW/Oakley) – GO – 0.864
3 Jean Ramos (Honda/Mobil/Pirelli) – PR – 21.315
4 Marcello Lima (Honda/Mobil/ASW) – SP – 23.081
5 Swian Zanoni (Honda/Mobil/CCM) – MG – 42.740


MX2
Motos 2T de 100 cc ate 150 cc e 4Tde 175 cc ate 250 cc.
Pilotos de 15 a 50 anos

1 Wellington Garcia (Honda/Oakley/ASW) – GO – 33:27.147
2 Jean Ramos (Honda/Mobil/Pirelli) – PR – 4.325
3 Swian Zanoni (Honda/Mobil/Pirelli/CCM Avanutri) – MG – 28.117
4 Cristopher Castro (2B Racing/ Mart Plus/Cons. Realizar) – SC – 34.664
5 Roosevelt Assunção (Suzuki/Petrobras/Pirelli) – SP – 35.340

CRF 230cc
Motos 230 Honda.
Pilotos de 14 a 55 anos

1 Carlos Maia (Moto Clube de Sorriso/Prefeitura Municipal/Brasil Racing) – GO – 19:45.259
2 Marcos Roza de Moraes (Nova Moto/IMS/Abril Seguros) – SP – 9.216
3 Nivaldo Viana (Sanmell/ BGR Construções/Itavi Pedras) – SP – 16.463
4 Rodrigo Feier (Rondomotos/Marcel Motos) – RO – 23.174
5 Murilo Scisci (IMS/Pro Taper/Polisport) – SP – 24.864

85 cc
Motos 2T de 70cc até 105 cc e 4T de 75cc até 150 cc.
Pilotos homens de 11 a 15 anos e mulheres até 17 anos

1 Everaldo Rodrigues (Honda Racing/ASW) – GO - 23:39.114
2 Anderson do Amaral (Irrigação Borborema/Dash/Vortix) – SP – 12.939
3 Cezar Zamboni (Honda Racing/ASW/Pirelli) – MT – 15.469
4 Endrews Armstrong (Dunas Kids) – PR – 22.366
5 Leonardo Lizott (Pref. Sertão/IMS/Spy MX Google) – RS – 35.110

Foto: www.mundocross.com.br
Fonte: www.cbm.esp.br

domingo, 12 de julho de 2009

LEANDRO SILVA CONTINUA FORA DO BRASILEIRO DE MOTOCROSS.


O paranaense Leandro Silva, piloto da equipe oficial Honda, era até a terceira etapa do Brasileiro de Motocross, o grande favorito ao título da categoria MX1. Ele havia vencido as etapas de Indaiatuba e Canelinha e estava num excelente momento na carreira, mas um tombo na terceira etapa em Canoas o fizeram ficar de molho por quase dois meses depois de ter que operar o pulso.

Ele acabou ficando de fora da quarta etapa do Brasileiro de MX em Foz do Iguaçu e também vai ficar de fora das próximas duas etapas em Sorriso e Sonora, neste e no próximo final de semana. Veja o que Leandrinho Silva comentou sobre a sua ausência nestas etapas.

“Infelizmente ainda não vou participar das etapas de Sorriso e Sonora do Brasileiro de Motocross. No dia 1º de julho retirei os pinos do pulso e o médico me pediu mais uma semana para começar a pilotar novamente. Conto as horas pra voltar e é muito difícil ver as corridas passarem sem eu poder competir. Meu acidente em Canoas foi muito serio e fico muito grato a Deus por ter me protegido e não ter acontecido nada mais sério comigo”, comentou Leandro.

“Quero agradecer a todos que me acompanham no blog e torcem por mim. Obrigado também aos meus patrocinadores Honda / MrPro / ASW / MX Parts / Pirelli / Mobil / Oakley / Mega / Orbital e Kareka’s Motos”, completou o paranaense.

Texto Redação Mundocross
Foto Divulgação

sábado, 11 de julho de 2009

TM 144cc 2 TEMPOS. MARCA ITALIANA CHEGA AO BRASIL COM DIVERSAS OPÇÕES DE PONTA.


Pilotos: Vinicius
Redação MotoPress.com.br
Pista: Kalango Cego Fone:
Suporte Mecânico: RM racing

A TM, marca italiana que fábrica motocicletas e Karts de alta performance, desembarcou recentemente em solo nacional através da empresa Fuori e agora oferece mais algumas grandes opções para pilotos de Motocross e Enduro.

São diversos modelos de 2 e 4T que contam com componentes da mais alta qualidade. Comprovados dentro da pista com resultados como o vice-campeonato mundial de Supermoto 2008 com o piloto Davide Gozzini que, inclusive, está mais uma vez na briga pelo título da categoria. Outro bom exemplo é o estoniano Aigar Leok, que em 2009 tem sido presença constante entre os melhore pilotos do Mundial de Motocross MX1.

Para sabermos se as motocicletas da TM são realmente competitivas, fomos para a pista e exigimos tudo que podíamos para ver até onde a máquina poderia chegar. O resultado foi surpreendente e a MX 144 mostrou o porque as motocicletas 2T ainda são as preferidas por muitos pilotos.



Pilotos: Vinicius

Diferenciada

Diferente das motos japonesas, as europeias já vêem de série com equipamentos que normalmente os pilotos acabam substituindo posteriormente; ou seja, guidão fat bar, mesas reforçadas de matérias especiais, freios Brembo entre outros. E no caso da TM ela não foge a esta regra. Com tudo o que há de melhor, a moto está pronta para encarar uma largada assim que retirada da caixa.


Para ficar totalmente acertada é preciso apenas de algumas regulagens em suspensão e carburação e pronto. Você terá um canhão sob as pernas. Ah, uma outra coisa, você terá de se acostumar a ser o centro das atenções nas pistas, já que onde chega, todos querem saber sobre o modelo, ainda não muito habitual por aqui.


Motor

O motor é de 144 cc, 2T, refrigerado a água e gera uma potência na roda impressionante. O sistema de escape é da marca HGS, utilizada por algumas equipes do Mundial de Motocross. Muito leve, o propulsor empurra demais, principalmente de média para altas rotações. Nessa faixa de giro é possível sentir uma estilingada agressiva e, graças ao limite de rotação bastante alto, o motor consegue ter uma faixa útil de utilização grande.


Em baixa porém, sente-se falta de um torque mais abundante, neste caso, quem acaba sendo sobrecarregado é a embreagem, que é acionada a todo instante quando nos deparamos com trechos mais travados. O câmbio é bastante preciso e os enngates são feitos com naturalidade, em certos momentos, é possível subir marcha sem acionar a embreagem – hidráulica.

Chassi

O chassi de alumínio da TM chama a atenção pela sua robustez, é incrível, na caixa de direção o tamanho do conjunto que, passa a sensação de ser “inquebrável”. Em termos de dirigibilidade, o conjunto também é excelente. Ajudado pelo baixo peso das 2T, o quadro é extremamente maneável e as curvas são feitas com muita facilidade. Para completar, nas retas o conjunto é seguro e estável.

Os comandos também são elogiáveis, com acionamento macio, tudo está muito bem localizado. A única ressalva neste quesito é o assento, que conta com uma espuma excessivamente dura.



Suspensões

Na dianteira encontramos bengalas Marzocchi com barras bem largas que garantem o bom desempenho do trem dianteiro. O equipamento se comporta bem em todas as situações, ou seja, nos buracos e também nos saltos. Na primeira ocasião, achamos ela um pouco macia, porém com alguns cliques melhorou sensivelmente. Mesmo estando com essa regulagem, não sentimos dar fim de curso em nenhum dos obstáculos do circuito. E depois que alteramos o acerto, ficou ainda melhor nos maiores saltos, absorvendo com perfeição os impactos.


Na traseira, o amortecedor é da marca Ohlins e, se na dianteira o conjunto já havia agradado, na traseira o desempenho é ainda melhor. Neste caso, não precisamos nem mexer em regulagens, o trabalho do amortecedor é próximo da perfeição e o piloto poderá superar as irregularidades de “mão colada” sem ter com que se preocupar.




Em suma

Realmente podemos afirmar sem medo de errar que estamos diante de uma motocicleta excelente. Os motores 2T são extremamente divertidos e ainda muito competitivos. Para quem quer uma moto leve e com baixo custo de manutenção esta é uma pedida ideal. A posição de pilotagem é muito bom e as suspensões também correspondem a altura.

É uma opção muito válida e que no mínimo se torna mais uma alternativa para quem quer uma motocicleta para desfrutar de bons momentos no off-road. O MXracing testou e aprovou está máquina que visualmente, é uma das mais belas de todas.
Ficha Técnica TM MX 144:

Motor: Monocilíndrico, 2T
Taxa de compressão: 17,2:1
Refrigeração: Líquida
Diâmetro x curso: 56 x 58,2 mm
Cilindrada total: 143,35 cm³
Alimentação: Keihin PWK 38 mm
Embreagem: Multidisco banhada em óleo
Câmbio: 5 velocidades
Chassi: Perimetral de alumínio
Suspensão dianteira: Marzocchi USD 50 mm com 270 ,,
Suspensão traseira: Monoamortcedor Öhlins com 280 mm
Freio dianteiro: Disco de 270 mm
Freio traseiro: Disco de 245 mm
Altura total: 1 260 mm
Altura do bando: 960 mm
Distância entre-eixos: 1 480 mm
Comprimento total: 2 050 mm
Capacidade do tanque: 8,7 litros







Fonte: www.mxracing.com.br