Fotos Luciano Poeys.
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![]() Ao fundo, modelo original Honda CRF 450R e, à frente, a motocicleta adaptada para motovelocidade com o kit da BeOn |
![]() As motos da Kawasaki e Yamaha em suas versões originais e transformadas para Motovelocidade |
![]() Idéia já foi implantada na Espanha. A adaptação pode ser feita em modelos cross 450cc da KTM, Suzuki, Kawasaki, Honda e Yamaha. Com o mesmo kit, as motos também podem ser adaptadas para o Supermoto |
Presente no esporte há mais de vinte anos, Kalunga, como é mais conhecido Greco, começou como piloto, depois virou fotógrafo, e por último passou a acompanhar o circuito de Motocross brasileiro como patrocinador. E em todos estes tempos no esporte ele garante : “nunca vi uma pista como essa ser construída no Brasil”.
O que mais impressionou Kalunga foi a quantidade de buracos cavados pelos organizadores, que estão deixando o terreno, que a princípio era plano, em algo totalmente desnivelado. “Tem alguns lugares em que eles fazem escavações de mais de quatro metros. Um lugar que no projeto era apenas uma curva para a esquerda, acaba virando uma parabólica”, comenta ele.
O projeto de construção da pista começou pra valer nesta quarta-feira, 28 de julho. A previsão de chegada de Justin e Greg no Brasil era para sábado, mas problemas com a conexão de voo fez com que eles desembarcassem no Brasil somente na segunda-feira, 26 de julho.
Na terça-feira foi dia de demarcação de pista, e nesta quarta as máquinas entraram em ação e começaram a desenhar a pista que abrigará a antepenúltima etapa da principal competição da modalidade no mundo.
Kalunga comentou ainda que a pista deverá ficar ainda melhor com o passar do tempo, segundo a visão dos construtores da Youthstream. “Estava conversando com o Greg e ele estava me falando que acredita que o tempo ideal para maturação de uma pista é de três anos”, disse.
Cuidados com a construção
Outra coisa que impressionou muito o responsável brasileiro pela pista é o nível de cuidado apresentado até o momento. Apesar da pista ser localizada em uma área muito seca, como em Campo Grande, o traçado está sendo trabalhado com um grande sistema de drenagem e um acabamento impecável.
O projetista tem apontado até lugares para a plantação de árvores para que, no futuro, alguns pontos da pista sejam cobertos com sombra. “Não penso nisso como uma pista de motocross e sim como um campo de golfe”, comenta Justin Barclay, deixando claro o nível de zelo com o traçado.
Kalunga comentou ainda que a área de Paddock já está quase toda pronta, e que o setor deve ser finalizado muito antes do que aconteceu na etapa de Canelinha, no ano passado, que teve problemas por causa das chuvas.
Local aprovado
O local escolhido para realizar a pista não só foi aprovado como também foi muito elogiado pelos representantes da Youthstream, que é a empresa promotora do campeonato Mundial de MX. A grande área de estacionamento e a beleza do local, que fica próximo de um parque, foram os principais fatores positivos apontados por eles.
A estrutura da cidade de Campo Grande também foi alvo de elogios. “Eles disseram que a cidade é muito bonita, com avenidas largas, boas instalações e que acreditam que a prova no país tem tudo pra ser um sucesso”, comentou Kalunga.
O GP Brasil de Motocross 2010 tem o patrocínio do Governo do Estado do Mato Grosso do Sul, Honda, Enersul, Banco Rural, Mormaii, Red Bull, Teka Group, Sidi, KTM e Rebootizer. Realização Bracco Internacional e YouthStream. Supervisão CBM, Federação de Motociclismo do Mato Grosso do Sul e Federação Internacional de Motociclismo.
A 2B Duracell Racing anunciou no última terça feira, 27 de julho, mais um patrocinador, e mostra porque é a equipe nacional que mais tem força e energia. Além das pilhas Duracell, do Hidrotônico I9 e do Café Fino Grão, o energético Monster Energy entra nessa parceria levando a energia dos Monstros para ajudar a equipe atingir a ambiciosa meta de superar os três títulos obtidos no ano passado e também as 25 vitórias.
Na equipe, a Monster Energy se une à Gilette, Ariel, Mobil, Mormaii e Mart Plus, todos patrocinadores da maior equipe privada do Brasil que conta ainda com os fornecedores Neyfa, Pirelli, NFS, Láquila e Racetech.
Distribuído com exclusividade pela Globalbev no Brasil, Monster Energy, atualmente é o energético mais consumido nos Estados Unidos. Patrocinador de atletas de várias modalidades esportivas, como Michael Schumacher, Nico Rosberg, Valentino Rossi, Martin Cárdenas e Ricky Carmichael, a empresa escolheu a equipe 2B Duracell pelo profissionalismo e identificação com o esporte. De acordo com Fred Aniya, diretor geral da Monster Energy Brasil, “2B Duracell é a equipe brasileira que mais se identifica com a marca”.
Composta pelos pilotos Jorge Balbi Jr., Mariana Balbi, Cristopher 'Pipo' Castro, Adam Chatfield, Anderson Amaral, Gustavo Amaral, Rodrigo 'Lama', Nivaldo Vianna e Erick Bretz, a 2B Duracell é uma das mais fortes do Brasil e conta com os principais nomes do esporte. Durante o Mundial de Motocross, que acontece nos dias 21 e 22 de agosto em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o Monster Energy irá fazer uma ação agressiva de sampling dentro do box da equipe.
Em sua segunda temporada, a 2B Duracell já é um case de sucesso. Além de grandes vitórias e títulos, fora das pistas a equipe é um exemplo de quando esporte e profissionalismo caminham juntos todos colhem os resultados.
“Envolvemos a parte esportiva e também a comercial. Somos parceiros de uma das maiores rede de supermercado do Brasil e assim nossos patrocinadores já estão vendendo mais”, disse o gerente da equipe Aguimar Neto.
Para o diretor de Marketing da rede DMA, Roberto Gosende, “patrocinadores da equipe, como a Mobil, Café Fino Grão e Coca Cola, tiveram aumento significante nas suas vendas em mais de nossas 90 lojas em Minas e Espírito Santo. Patrocinar a 2B é um grande negócio” concluiu Gosende, afirmando que com a Monster Energy não será diferente.
A equipe participa de eventos de Motocross no Brasil e no exterior. O próximo compromisso será dia 15 de agosto, o Campeonato Brasileiro de Motocross em Canelinha, Santa Catarina, e no mesmo dia a equipe estará em um grande evento internacional no México.
Enzo Lopes encontra-se nos Estados Unidos desde o sábado passado, 24 de julho, onde pretendia disputar o Campeonato Nacional de Motocross de Ponca City, organizado pela NMA - National Motorsports Association. Enzo foi inscrito na categoria 65 Original, 65 Modificada, e Força Livre, e na 85 Original e 85 Preparada.
Após um excelente treino na segunda-feira, e depois de ter feito o 5º lugar na 65 Stock já nas classificatórias da terca-feira, em um grupo muito difícil, Enzo fez uma excelente largada na segunda bateria da categoria 85, e na quinta e última volta, ao saltar sobre um duplo enorme, Enzo caiu, fraturando o braço direito novamente, só que desta vez uma fratura mais grave, logo abaixo do ombro. Enzo havia trincado o braço direito na altura do pulso há dois meses, também nos Estados Unidos, quando tentava se classificar para Loretta Lynn´s.
A equipe de Enzo lamenta o ocorrido, mas encara com confiança mais esse obstáculo na trajetória brilhante do jovem piloto. Enzo, que atualmente lidera o campeonato Brasileiro de Motocross, e está em segundo lugar tanto na Superliga quanto no Arenacross, terá que ficar fora de algumas etapas destes campeonatos até a sua recuperação total.
Como fazem sempre que viajam aos Estados Unidos, Enzo e sua família nos relatam os bastidores do Motocross americano com riqueza de detalhes e curiosidades muito interessantes: “Chegamos a Ponca City, no Estado de Oklahoma, no sábado, 24 de julho, para a disputa de uma das mais famosas provas de Motocross dos Estados Unidos, onde reúnem-se pilotos que passaram pelas classificatórias regionais e estaduais, e que competem entre eles até a grande final no sábado", comentou Léo Lopes, pai de Enzo.
"Por maior que imaginássemos o tamanho do evento, nos deparamos com um mar de motor homes e trailers, aos milhares, que chegaram até uma semana antes do evento e ficaram estacionados do lado de fora do Parque. Era praticamente uma cidade sobre rodas. O parque onde fica a pista só abriu para a entrada das equipes no domingo pela manhã, dia 25, sendo que ao chegar ao estacionamento do lado de fora, cada equipe recebeu um número, que seguia uma seqüência para entrada no Parque nesse dia, Absolutamente nenhum piloto ou equipe entra antes", disse Léo.
Curiosidades
O gate é asfaltado. O transponder precisa ser adquirido por US$130,00 e em caso de devolução do mesmo, há um reembolso de US$100,00. Se quiser consultar os tempos de uma prova ou bateria, o piloto ou equipe pode imprimi-lo num sistema self service.
Inscrições, ingressos, filiação e tudo mais para participar da prova dão um total de US$1.300. Não há premiação em dinheiro, mas as fábricas oferecem US$200 mil em bônus para os cinco primeiros colocados de cada categoria. Como são tantas as categorias, o prêmio é muito pequeno, e esse bônus pode ser usado na compra de produtos das fabricas que estão oferecendo.
Carros de golfe circulam pelo circuito levando pessoas de um lado para o outro do parque,. Há lavanderias, pizzarias, restaurantes, lojas, hospital, ônibus de hora em hora levando o pessoal para o cassino e o centro da cidade, que tem 30 mil habitantes.
O ingresso custa US$60. Familiares, crianças e inclusive pilotos têm que pagar para todo o evento, que tem um total de seis dias. A energia a ser consumida pelo motor home custa US$120 para toda a semana.
As motos 85cc são quase todas 2 tempos, as únicas 4 tempos são Honda. E há também uma categoria 125cc, pois há muitas motos 2 tempos.
São 81 categorias em que competem cerca de 30 a 40 motos cada uma, imaginem quantos pilotos são no total! Isso porque nos disseram que há muito menos motos do que no ano passado, devido à crise americana…
Na segunda-feira houve treinos o dia todo das 8 às 20 horas, sob um calor de 42 graus (verão!!) e só escurece às 21 horas. À noite o clima é muito agradável, mas de dia faz muito calor.
Na terça-feira houve 40 baterias com gates cheios, por idade, cilindrada, e divididas em grupos, chegando a ter 160 motos por categoria, divididas em grupos de no máximo 40 motos cada divisão. Os pequenos correm cinco voltas cada, e da 85cc pra cima são 6 voltas. Uma volta da categoria 65cc leva cerca de 2 minutos. Chegam a ter 5 categorias alinhadas ao mesmo tempo no parque fechado.
Na quarta-feira correram as outras 41 categorias. Na quinta-feira e na sexta tudo se repetirá, numa segunda bateria, em que se classificarão para a final do sábado os 40 melhores de cada categoria.
As finais são todas no sábado para deixarem um dia livre se acaso chover em algum dia, assim teriam o domingo para fazerem a final.
Depois desse campeonato em Ponca City, todas as equipes vão em caravana (coisa de cinema) pelas estradas americanas para o Campeonato de Loretta Lynn’s, esse sim mais famoso, organizado pelo AMA, e que começa já na segunda-feira seguinte.
Aqui estamos no paraíso para quem curte o motocross. Agradecemos a Deus cada minuto por podermos estar aqui, é realmente um sonho. Esperamos que o Enzo logo se recupere. Agradecemos aos amigos e fãs do Enzo pela amizade e carinho, e em especial à Pirelli do Brasil pelo suporte e logística aqui nos EUA”, completou Léo Lopes, direto dos Estados Unidos. Enzo Lopes é patrocinado por Pirelli, Answer, MX Direct, Freeday e Léo Motos.
![]() Luciano de Oliveira recebe a bandeirada na primeira colocação da classe VX1, seguido de perto por Paulo Stedile |
![]() Stedile surpreendeu no retorno às pistas, após uma lesão na coluna, sofrida no início do mês de junho |
![]() Kurt Feichtenberger subiu ao pódio em cinco categorias, dominando as disputas nas classes nacionais com 3 vitórias |
![]() Luciano de Oliveira |
![]() Lui Fietz |
O próximo final de semana, dia 31 de julho e 1º de agosto, promete ser de grandes emoções em Miracema. Vai rolar por lá a 4ª etapa do Carioca de Arena Supercross.
Viemos através dessa matéria informar a todos que as inscrições para a prova encontram-se abertas através do site da CBM (www.cbm.esp.br/sistema) e são GRATUITAS. As mesmas poderão ser realizadas até a Quinta-feira, 29, às 18:00hs.
Façam logo suas inscrições e evitem filas no dia da prova. Participem!
Aline Thurler |
Data: 28/07/2010 |
![]() Plaza De Toros |
![]() Assista aos vídeos na MotoX TV |
![]() Dany Torres, piloto local |
![]() Robbie Maddison |
![]() Mat Rebeaud |
![]() Pódio Madri, com Rebeaud, Maddison e André Villa |
![]() Mat Rebeaud |
![]() Levi Sherwood |
![]() |
O AMA Motocross 2010 deu sequência neste sábado com a oitava etapa do campeonato, disputada no tradicional circuito de Washougal, no Estado de Washington. Para comemorar os 30 anos da pista no campeonato, como já é costume, a prova foi 'a moda antiga', com muitos pilotos vestindo roupas e usando motos com grafismos retrôs.
Motos antigas também estiveram em exposição nos boxes, ídolos do passado participaram de sessões de autógrafos, e os fãs também fizeram sua parte, se caracterizando a rigor. E assim como sábado retrasado em Millville, Ryan Dungey e Trey Canard também venceram em Washougal Acompanhe como foi o evento deste dia 24 de julho...
Categoria 450
A grande notícia da semana foi que o australiano Chad Reed, piloto da equipe oficial Monster Energy/Kawasaki, havia abandonado o campeonato para tratar problemas de saúde, já que nos últimos exames médicos realizados foi constatado que ele contraiu o vírus Epstein-Barr (EBV). Nada grave, mas se quiser saber mais detalhes, acesse este link e também acompanhe o próximo Mundo Afora aqui no Mundocross nesta semana.
Voltando a corrida, na largada, como já é costume, o atual rei do holeshot Andrew Short, da equipe oficial Red Bull/Honda Racing, largou na frente, seguido por Kevin Windham (companheiro de equipe temporário de Short) em segundo e o líder do campeonato Ryan Dungey da equipe oficial Rockstar/Makita/Suzuki em terceiro.
Dungey ultrapassou Windham na segunda volta e precisou dos primeiros 10 minutos dos 30 totais da bateria, para despachar Short e se isolar na liderança, faturando mais uma bateria. Short garantiu a segunda posição, com o australiano Brett Metcalfe da equipe Geico Powersports/Honda em terceiro. Josh Grant da equipe Muscle Milk/Toyota/Yamaha foi o quarto e Ryan Sipes da MotoConcepts/Yamaha o quinto.
Na largada da segunda bateria, Short novamente fez o holeshot e saiu na frente. Desta vez Windham e Dungey inverteram os papéis da largada da primeira bateria, com o piloto da Suzuki em segundo e o da Honda em terceiro. Houve uma grande colisão na primeira curva após a largada, onde vários pilotos compraram terreno, criando um grande tumulto de motos. Na oitava volta, aproximadamente metade da bateria, foi que Dungey conseguiu a ultrapassagem sobre Short e assumiu a liderança.
A partir daí o mesmo filme de sempre se repetiu. Mais uma vitória fácil do piloto da Suzuki, com Short novamente em segundo. Thomas Hahn da equipe Canidae/Rockstar Suzuki foi o terceiro, Justin Brayton da equipe Muscle Milk/Toyota/Yamaha o quarto e Metcalfe o quinto. No overall, vitória de Dungey, com Short em segundo e Metcalfe completando o pódio em terceiro. Hahn foi o quarto e Nick Wey da equipe Ti Lube/Brown Motorsports/Kawasaki completou os cinco primeiros.
No campeonato, a regularidade e consistência de Short impediram Dungey de sair de Washougal com a mão na taça, mas agora, com a vantagem de 95 pontos sobre o piloto da Honda e a julgar pelos resultados apresentados até aqui, as chances do piloto da Suzuki não conquistar o título na próxima etapa, em Unadilla, são praticamente remotas. E para colocar ainda mais lenha na fogueira, James Stewart prometeu participar da etapa de Unadilla, o que poderá ser (ou não) uma água na champagne de Dungey.
Voltando a falar da classificação do campeonato, Metcalfe é o terceiro, Grant o quarto e o neozelandês Ben Townley da equipe Troy Lee Designs/Lucas Oil/Honda fecha os cinco primeiros. As voltas mais rápidas em Washougal foram marcadas na casa de 2 minutos e 12 segundos.
Categoria 250
Na primeira bateria, o piloto Trey Canard da equipe Geico Powersports/Honda fez o holeshot e venceu de ponta a ponta com tranquilidade, já que o único que poderia lhe impedir de vencer, o francês Christophe Pourcel da equipe Monster/Pro Circuit/Kawasaki, líder do campeonato, largou apenas em oitavo lugar a precisou de praticamente toda a bateria para recuperar posições até alcançar o segundo posto.
Quando conseguiu isso, na 13ª das 16 voltas, Canard já estava longe.Mesmo assim o francês garantiu a segunda posição. Na sequência vieram dois companheiros de equipe de Pourcel, Jake Weimer que foi o terceiro, com o sul-africano Tyla Rattray em quarto. Blake Wharton, companheiro de Canard na equipe Geico Powersports/Honda finalizou em quinto.
Repetindo o filme da largada da primeira bateria, Canard fez o holeshot e saiu na frente. Desta vez Pourcel se deu melhor, largando na segunda posição. Quem pensava que por causa disso a bateria seria mais interessante no quesito briga pela vitória, ficou a ver navios. Canard não se intimidou com a presença do líder do campeonato na sua cola e venceu com uma boa vantagem sobre Pourcel, que por sua vez, em nenhum momento ameaçou o piloto da Honda, fazendo uma corrida solitária na segunda posição.
Canard garantiu mais uma vitória e Pourcel à segunda posição. Rattray foi o terceiro, Wharton o quarto e o equatoriano Martín Davalos da equipe Star Racing/Yamaha o quinto. No overall, vitória de Canard, com Pourcel em segundo e Rattray completando o pódio em terceiro. Wharton foi o quarto e Dean Wilson da equipe Monster/Pro Circuit/Kawasaki completou os cinco primeiros.
No campeonato, Pourcel ainda lidera com 38 pontos de vantagem sobre Canard, que aliás assumiu a vice-liderança por 8 pontos de vantagem em relação a Wilson, que agora ocupa a terceira posição. Rattray é o quarto e Justin Barcia da equipe Geico PowerSports/Honda fecha os cinco primeiros.
Resultado da oitava etapa do AMA Motocross na categoria 450
1. Ryan Dungey 1-1 (Suzuki)
2. Andrew Short 2-2 (Honda)
3. Brett Metcalfe 3-5 (Honda)
4. Tommy Hahn 7-3 (Suzuki)
5. Nick Wey 10-6 (Kawasaki)
6. Ryan Sipes 5-11 (Yamaha)
7. Kevin Windham 9-9 (Honda)
8. Kyle Chisholm 8-10 (Yamaha)
9. Dan Reardon 12-7 (Yamaha)
10. Kyle Cunningham 11-8 (Yamaha)
11. Mike Alessi 6-13 (KTM)
12. Josh Grant 4-16 (Yamaha)
13. Justin Brayton 17-4 (Yamaha)
14. Weston Peick 16-12 (Yamaha)
15. Ben Evans 15-18 (Kawasaki)
16. Steven Clarkee 13-20 (Suzuki)
17. Matt Moss 35-14 (Suzuki)
18. Jarred Browne 14-32 (Suzuki)
19. Derek Anderson 22-15 (Kawasaki)
20. Trent Pugmire 31-17 (Kawasaki)
21. Kevin Rookstool 18-36 (KTM)
22. Tye Hames 34-19 (Kawasaki)
23. Travis Sewell 19-25 (Yamaha)
24. Ricky Renner 20-31 (KTM)
25. Gergey Astykin 21-27 (Kawasaki)
26. Alexander Millican 26-23 (Yamaha)
27. Spencer Dally 29-22 (Suzuki)
28. Rory Sullivan 25-29 (Kawasaki)
29. Colton Haaker 24-30 (Kawasaki)
30. Nathan Whitlow 32-24 (Kawasaki)
31. Cole Shondeck 30-28 (Yamaha)
32. Tiger Lacey 23-36 (Kawasaki)
33. Alexander Ivanytin 39-21 (Yamaha)
34. David Gassin 28-33 (Yamaha)
35. Aden de Jager 38-26 (Kawasaki)
36. Mike Horban 27-38 (Honda)
37. Dustin Pipes 33-34 (Suzuki)
38. Jeff Alessi 36-37 (Yamaha)
39. Bobby Bonds 37-40 (Kawasaki)
40. Ben Townley 40-39 (Honda)
Classificação da categoria 450 após oito etapas
1. Ryan Dungey - 368 pontos (7 vitórias)
2. Andrew Short - 273
3. Brett Metcalfe - 257
4. Josh Grant - 238
5. Ben Townley - 223
6. Mike Alessi - 219
7. Chad Reed 204 (1 vitória)
8. Ryan Sipes 166
9. Kyle Chisholm 158
10. Kyle Regal 157
11. Tommy Hahn 150
12. Nick Wey 139
13. Kyle Cunningham 132
14. Dan Reardon110
15. Justin Brayton 103 pontos
Resultado da oitava etapa do AMA Motocross na categoria 250
1. Trey Canard 1-1 (Honda)
2. Christophe Pourcel 2-2 (Kawasaki)
3. Tyla Rattray 4-3 (Kawasaki)
4. Blake Wharton 5-4 (Honda)
5. Dean Wilson 6-6 (Kawasaki)
6. Jake Weimer 3-11 (Kawasaki)
7. Eli Tomac 7-9 (Honda)
8. Tommy Searle 10-7 (KTM)
9. Vince Friese 12-12 (Yamaha)
10. Martin Davalos 22-5 (Yamaha)
11. Nico Izzi 9-18 (Yamaha)
12. Darryn Durham 38-8 (Honda)
13. Tommy Weeck 15-14 (Honda)
14. Travis Baker 8-37 (Yamaha)
15. Les Smith 17-13 (Honda)
16. Justin Barcia 32-10 (Honda)
17. Christopher Johnson 14-17 (Suzuki)
18. Matt Lemoine 11-34 (Suzuki)
19. Topher Ingalls 13-21 (Yamaha)
20. Tevin Tapia 31-15 (KTM)
21. Michael Willard 20-16 (Honda)
22. Ryan Abrigo 16-32 (Honda)
23. James DeCotis 18-20 (Honda)
24. Sean Lipanovich 26-19 (Honda)
25. Drew Yenerich 19-23 (Yamaha)
26. Branden Miller 24-24 (Kawasaki)
27. Chad Gores 21-29 (Honda)
28. Robert Noftz 28-26 (Yamaha)
29. Jake Canada 33-22 (Kawasaki)
30. Dakota Tedder 28-28 (Kawasaki)
31. Preston Mull 23-35 (Honda)
32. Travis Freistat 34-25 (KTM)
33. Nicholas Jackson 30-30(Honda)
34. Erick Meusling 29-31 (Honda)
35. Jason Potter 25-36 (Honda)
36. Corey Pennington 39-27 (Kawasaki)
37. Bryar Perry 35-33 (Yamaha)
38. Max Anstie 36-38 (Yamaha)
39. Donald Vawser 37-40 (Kawasaki)
40. Cole Seely 40-39 (Honda)
Classificação da categoria 250 após oito etapas
1. Christophe Pourcel - 340 pontos (2 vitórias)
2. Trey Canard - 302 (3 vitórias)
3. Dean Wilson - 294 (1 vitória)
4. Tyla Rattray - 286 (1 vitória)
5. Justin Barcia - 212
6. Blake Wharton - 209
7. Broc Tickle - 209
8. Eli Tomac - 200 (1 vitória)
9. Jake Weimer - 195
10. Martin Davalos - 163
11. Tommy Searle - 116
12. Wil Hahn - 106
13. Darryn Durham - 88
14. Cole Seely - 83
15. Vince Friese - 75 pontos
Etapas restantes AMA Motocross 2010
9ª Etapa - 14 de agosto – Unadilla Valley - New Berlin (New York)
10ª Etapa - 28 de agosto – MX 338 - Southwick (Massassuchets)
11ª Etapa - 04 de setembro – Steel City - Delmont (Pensilvânia)
12ª Etapa - 11 de setembro – Pala Raceway – Pala (Califórnia)
Fonte: www.mundocross.com.br
Por Renato Dalzochio Jr. | Foto por: Divulgação